SURGE UMA NOVA OPÇÃO PARA AS TERMOELÉTRICAS

Processo viabiliza uma nova aplicação para o hidrogênio

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SURGE UMA NOVA OPÇÃO PARA AS TERMOELÉTRICAS

Termoelétrica – Imagem ilustrativa

HIDROGÊNIO: FONTE DE ENERGIA PRIMÁRIA

Nosso processo (hidrólise alcalina aperfeiçoado) viabiliza uma nova aplicação para o hidrogênio permitindo que agora as termoelétricas usem também o hidrogênio como combustível primário. O uso de algumas turbinas a gás natural (TURBOGERADOR), de alguns fabricantes, permite combinar 70 % de gás natural com 30% de hidrogênio, ou ainda outros modelos menores de turbinas que podem combinar até 85% de hidrogênio com 15% de gás natural, do fabricante Siemens (Turbogerador modelo SGT-200 6,75 MW, eficiência elétrica 31,5% e o modelo STG-500 19,1 MW eficiência elétrica 33,8%). Esse inovador processo de obtenção de hidrogênio viabiliza questões técnicas, econômicas e ambientais, visto que, dentre os seus principais fatores, acontece sem consumo de energia elétrica já que a energia necessária para a quebra da molécula da água é fornecida pela própria reação química, ademais não há necessidade de armazenamento do hidrogênio, já que a pressão constante fornecida pela reação química é suficiente para levar o gás até o ponto de queima, desse modo as termoelétricas podem reduzir a emissão de resíduos poluentes no meio ambiente.

Essa aplicação é viabilizada porque o gás é produzido sem consumo de energia em qualquer quantidade,  e à medida que é obtido vai sendo parcialmente queimado, sem a necessidade de sua armazenagem.

TROCA DO COMBUSTÍVEL PRIMÁRIO

O uso desse novo processo possibilita que o gás natural, diesel, carvão mineral e outros – todos combustíveis primários – possam ser menos utilizados. A implantação desse novo processo exige uma planta industrial específica, cujos principais equipamentos e modificações são: conjuntos de vasos de pressão (para as reações químicas), dosadores (para abastecimento dos processos) e reservatórios de matérias-primas líquida e sólida.

MEIO AMBIENTE

Todo o material proveniente do final da reação química se apresenta como um composto iônico fortemente alcalino, paradoxalmente, não corrosivo, uma espécie de sal básico complexo, que possui ampla diversidade de aplicação industrial. Desse modo, não há descarte de material no meio ambiente, pois o mesmo é totalmente reaproveitado na indústria.

NORMAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA

Não há necessidade de armazenamento do hidrogênio produzido, em seu processo de produção serão utilizados equipamentos já existentes no mercado e que atendem a todas as normas técnicas de segurança NR13, inclusive as exigidas internacionalmente.

VIABILIDADE ECONÔMICA

  1. Esse processo viabiliza a produção de hidrogênio porque dispensa o uso de equipamentos onerosos e complexos.
  2. Os materiais usados no processo de produção do hidrogênio são abundantes e de baixo custo, além de ser possível o uso de material reciclado (metal); a água utilizada pode ser a água do mar.
  3. A viabilidade econômica para uso em termoelétrica é apenas alcançada com a comercialização dos resíduos da reação – (hidróxido/óxido de alumínio) e composto iônico líquido. O uso desse processo em termoelétricas depende do aproveitamento (comercialização) desses subprodutos.

PREÇO COMPETITIVO

O preço do metro cúbico do hidrogênio obtido através desse novo processo coloca o hidrogênio em situação privilegiada como uma fonte primária de energia competitiva de baixo custo.

REAÇÃO QUÍMICA

Esse novo processo para obtenção do hidrogênio acontece através de uma reação química completa que libera hidrogênio imediatamente, a temperatura pode atingir estabilidade próxima de 115 graus Celsius. O tempo da reação pode variar de acordo com a formulação, podendo esse novo processo produzir grandes quantidades de hidrogênio, de acordo com a necessidade de cada projeto. A quebra das moléculas de água acontece sem a necessidade de consumo de energia elétrica – hidrólise alcalina – fornecendo hidrogênio em larga escala, sem a necessidade de armazenamento, fatos que favorecem o competitivo custo de produção. Em uma modalidade preferida, os produtos necessários para a produção de gás são: 70% de água, hidróxido, reagente e metal; não havendo utilização de produtos inflamáveis.

Esse novo processo permite a produção de qualquer quantidade de hidrogênio em curto ou longo espaço de tempo, por exemplo: pode-se obter a produção de 1.000.000 m3 (um milhão de m3) em 30 (trinta) minutos; 1.000.000 m3 (um milhão de m3) em 60 (sessenta) minutos; 2.000.000 m3 (dois milhão de m3) em 120 (cento e vinte) minutos; 24.000.000 m3 (vinte e quatro milhões de m3) em 24 horas, ou ainda, conforme necessidade e preferência.  Desse modo, a reação pode ser repetida seguidamente sem paralizações, por tempo indeterminado.

Na reação tudo é diretamente proporcional, dependendo apenas da quantidade de produtos que dela participa e do tempo pretendido para se obter o hidrogênio. Os limites atribuídos para a obtenção de hidrogênio através desse novo processo são definidos pela quantidade de matéria-prima e pela dimensão dos equipamentos disponíveis (vasos de pressão, dosadores industriais e reservatórios de matéria-prima) para a realização do processo. Todo o resíduo proveniente do final da reação química é um subproduto totalmente aproveitado como matéria-prima para diversas aplicações industriais.

RESÍDUO

Apresenta-se ao final da reação química como um composto iônico líquido fortemente alcalino e, paradoxalmente, não corrosivo, e hidróxido(s) pH acima 12, não corrosivo. Algumas de suas características viabilizam sua aplicação em diversas áreas da indústria tais como na construção civil, face suas características refratarias e anti-propagação de chamas. Outras aplicações são o seu uso como elevação de alcalinidade de líquidos e/ou meios, no preparo de coagulantes para processos de tratamento de água, entre outras aplicações. Ainda se preferido o hidróxido/óxido de alumínio, poderá ser reduzido a alumínio novamente.


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